30.4.09
29.4.09
DANÇA PARA BEBÉS

O Serviço Educativo do TCA recebe o espectáculo de dança para bebés Piquicos nos dias 9 e 10 de Maio, em três sessões por dia.
A dança, a música e a voz são os elementos fundamentais deste espectáculo onde pais e bebés, entre os 0 e os 36 meses, são convidados a participar. A linguagem dos sentidos e a magia dos movimentos criam um espaço de encantamento e ternura.
Criado em 2002, este espectáculo foi um dos primeiros em Portugal a pensar na dança destinada a bebés. Na primeira infância somos sensíveis ao som, à luz, à cor e ao movimento. Pensa-se hoje que a estimulação dos bebés ajuda a formar crianças mais motivadas e interessadas.
Piquicos – Dança para bebés
Dança
Maio / 9 - 11h00, 15h30 e 16h30 e 10 – 11h00, 12h00 e 15h30
(entre os 0 aos 36 meses)
Coreografia: Sofia Belchior
Composição musical: António Machado
Interpretação: Beatriz Pereira, Rita Cardoso e Sofia Crispim
Produção: DançArte
Para veres:
Bebés,
Dança,
Informação,
SE do TCA na IMPRENSA
27.4.09
24.4.09
23.4.09
20.4.09
Poesia e Ternura
para a Inês
É com muita satisfação, no contexto do Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre, que produzimos pela primeira vez um espectáculo de rosto infantil, se assim o podemos chamar e com igual satisfação o fazemos com uma fábula da Ana Luísa Amaral, companheira e cúmplice muito querida já noutro projecto, o olhar diagonal das coisas, produzido o ano passado.
Tecemos este espectáculo do mesmo modo que a Aranha Leopoldina teceu a sua meia, com muito prazer, adoptamos uma linguagem plástica e sonora, que acompanhasse este texto onírico, que o pontuasse aqui e ali com gestos simples.
Parece-nos que o trabalho, a poesia e a ternura se uniram neste momento que queremos partilhar convosco.
João Cardoso ( Assédio)
Texto a propósito do espectáculo agora em cena - A história da Aranha Leopoldina.
17.4.09
16.4.09
A escritora sobre o espectáculo
CONFORME O NOSSO OLHAR
Ana Luísa Amaral
A História da Aranha Leopoldina, a história de uma aranha que não era feliz, porque em vez de teia só queria fazer meia, surgiu-me num dia de Dezembro, quase no ano 2000, e demorou um mês a crescer. Eu escrevo poemas e, embora tivesse já feito contos para crianças em prosa, a Leopoldina precisava de rimas e de muita música nas palavras. E assim foi vestida. Acho que sorri o tempo todo em que a compus: desde o momento em que a aranhinha nasceu, “simpática e gordinha”, recusando-se a comer moscas, porque as achava suas primas, e a gostar de fazer, em vez de teias, meias vermelhas, azuis ou às risquinhas, até ao momento em que as suas amigas e a sua mãe lhe dizem finalmente “podes fazer a teia, / ou fazer meia / por isso tens patinhas, / e imaginação”, e compreendem a utilidade da arte, entendendo ainda que há formas diferentes, mas todas boas, de viver o mundo. E de mudar o mundo, “porque o mundo / se transforma / conforme o nosso olhar”.
Ana Luísa Amaral
A História da Aranha Leopoldina, a história de uma aranha que não era feliz, porque em vez de teia só queria fazer meia, surgiu-me num dia de Dezembro, quase no ano 2000, e demorou um mês a crescer. Eu escrevo poemas e, embora tivesse já feito contos para crianças em prosa, a Leopoldina precisava de rimas e de muita música nas palavras. E assim foi vestida. Acho que sorri o tempo todo em que a compus: desde o momento em que a aranhinha nasceu, “simpática e gordinha”, recusando-se a comer moscas, porque as achava suas primas, e a gostar de fazer, em vez de teias, meias vermelhas, azuis ou às risquinhas, até ao momento em que as suas amigas e a sua mãe lhe dizem finalmente “podes fazer a teia, / ou fazer meia / por isso tens patinhas, / e imaginação”, e compreendem a utilidade da arte, entendendo ainda que há formas diferentes, mas todas boas, de viver o mundo. E de mudar o mundo, “porque o mundo / se transforma / conforme o nosso olhar”.
Após estar pronta no livro, só uma única vez a Leopoldina saltou do espaço das folhas de papel: isso aconteceu quando foi à televisão, em 2002. Depois disso, e há uns meses, o João Cardoso disse-me que gostava de a por em cena, no Teatro do Campo Alegre. E pediu-me que alargasse um pouco a história e que escrevesse letras para canções. Engordar um bocadinho mais a Aranha Leopoldina foi um prazer, como foi um prazer trabalhar com Clara Ghimel, a autora das melodias. “Nem sei o que dizer, / mas sei o que fazer: / ao lado do sentir ponho o pensar”, diz a Leopoldina numa dessas canções, tão bem tecidas por Nuno Aragão e por quem as interpreta. Essa ideia já lá estava antes, mas a Leopoldina de 2009 talvez entenda ainda melhor a sua conclusão: “Isto não é trabalho, / isto é prazer… / ou pode-se dizer que é trabalhar”.
É mais do que evidente que o belo trabalho produzido pela Assédio, em que Rosa Quiroga dá voz à voz que narra a história da Aranha Leopoldina, foi também um acto de “prazer / muito prazer”, feito de laços, de teias delicadas – “e cheio de luz”, “e a golpes de magia”.
Para veres:
Famílias,
Informação,
Teatro
6.4.09
A aranha Leopoldina na Terra do Nunca

Notícia publicada na revista Notícias Magazine de ontem, no suplemento infantil Terra do Nunca.
(para ler clicar sobre a imagem)
Para veres:
maiores de 4 anos,
SE do TCA na IMPRENSA,
Teatro
3.4.09
UMA ARANHA QUE TEIMAVA EM FAZER MEIA

Serviço Educativo estreia peça da escritora Ana Luísa Amaral
O Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre e a Assédio apresentam, em estreia absoluta, a peça de teatro para maiores de 4 anos “A História da aranha Leopoldina”, baseada num livro da escritora Ana Luísa Amaral.
O espectáculo, encenado por João Cardoso, será apresentado entre 18 e 26 de Abril, na Sala-Estúdio do Teatro do Campo Alegre, em sessões destinadas a público escolar e a famílias.
Leopoldina é uma aranha pequenina que, em vez de fazer teia como a mãe e as amigas, tem uma vocação a que não consegue resistir: fazer meia. E as meias que ela faz podem ser vermelhas, azuis, às risquinhas, mas meias, não teias.
Esta excentricidade deixa consternados todos os seus amigos, que não vêem nela qualquer utilidade. Mas, apesar de tudo, Leopoldina persiste. E, no final, percebe-se que talvez a utilidade não seja uma questão tão simples como parece à primeira vista. E que as diferenças, como os olhares, podem, de facto, mudar o mundo.
A História da Aranha Leopoldina
Espectáculo concebido para o Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre.
Teatro (Estreia)
Abril / 18 e 19 – 16h00 / 20 e 21 – 10h30 e 15h00 / 25 e 26 - 16h00
Autora……………………….Ana Luísa Amaral
Encenação………………….João Cardoso
Cenografia…………………. Sissa Afonso
Desenho de Luz……………Nuno Meira
Figurino……………………Bernardo Monteiro
Música……...……………….Clara Ghimel
Arranjos musicais e Sonoplastia…………………Nuno Aragão
Coros………………….…...Sissa Afonso e Nuno Aragão
Interpretação……….………Rosa Quiroga
Produção: FCD/Teatro do Campo Alegre e Assédio
NOTA: ensaio aberto à imprensa, com a presença de crianças dia 16 de Abril, 11h00.
O Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre e a Assédio apresentam, em estreia absoluta, a peça de teatro para maiores de 4 anos “A História da aranha Leopoldina”, baseada num livro da escritora Ana Luísa Amaral.
O espectáculo, encenado por João Cardoso, será apresentado entre 18 e 26 de Abril, na Sala-Estúdio do Teatro do Campo Alegre, em sessões destinadas a público escolar e a famílias.
Leopoldina é uma aranha pequenina que, em vez de fazer teia como a mãe e as amigas, tem uma vocação a que não consegue resistir: fazer meia. E as meias que ela faz podem ser vermelhas, azuis, às risquinhas, mas meias, não teias.
Esta excentricidade deixa consternados todos os seus amigos, que não vêem nela qualquer utilidade. Mas, apesar de tudo, Leopoldina persiste. E, no final, percebe-se que talvez a utilidade não seja uma questão tão simples como parece à primeira vista. E que as diferenças, como os olhares, podem, de facto, mudar o mundo.
A História da Aranha Leopoldina
Espectáculo concebido para o Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre.
Teatro (Estreia)
Abril / 18 e 19 – 16h00 / 20 e 21 – 10h30 e 15h00 / 25 e 26 - 16h00
Autora……………………….Ana Luísa Amaral
Encenação………………….João Cardoso
Cenografia…………………. Sissa Afonso
Desenho de Luz……………Nuno Meira
Figurino……………………Bernardo Monteiro
Música……...……………….Clara Ghimel
Arranjos musicais e Sonoplastia…………………Nuno Aragão
Coros………………….…...Sissa Afonso e Nuno Aragão
Interpretação……….………Rosa Quiroga
Produção: FCD/Teatro do Campo Alegre e Assédio
NOTA: ensaio aberto à imprensa, com a presença de crianças dia 16 de Abril, 11h00.
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