Para ler por favor clicar sobre a imagem. Obrigada.
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
11.4.14
8.3.13
7.3.13
28.2.13
Notícias
Publicadas na revista Time Out Porto - 1 de março de 2013~
Para ler, por favor clicar sobre as imagens. Obrigada.
Para ler, por favor clicar sobre as imagens. Obrigada.
Para veres:
imprensa,
Manuel António Pina,
Poesia,
SE do TCA na IMPRENSA,
Teatro
27.2.13
“O que vai na cabeça do menino Manuel”
Ilustração de Rui Sousa
Peça de teatro para
crianças a partir
de poemas selecionados
por Manuel António Pina
O Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre, promovido pela Câmara
Municipal do Porto, volta a apresentar o espetáculo para escolas e famílias “O
que vai na cabeça do menino Manuel”, construído a partir do universo poético de
Manuel António Pina.
“O que vai na cabeça do menino Manuel” estreou no ano passado e obteve
grande sucesso junto dos mais novos razão pela qual regressa agora ao palco do
teatro. Este projeto aconteceu em colaboração estreita com o escritor que fez a
seleção dos poemas trabalhados no espetáculo. Manuel António Pina esteve
presente num ensaio, trocou ideias com a encenadora Ana Luena e, numa das
apresentações, conversou com o público sobre a peça e sobre os seus textos.
Um ator e um músico
apresentam um recital de poesia, mas acabam por
se envolver num universo infantil de brincadeira, ligado
à aprendizagem, ao mundo onírico das palavras e dos números. Os dois amigos confrontam-se com os seus anseios,
desejos e medos. Criam códigos secretos,
personagens imaginárias e jogos, onde os poemas
se libertam da cabeça do menino Manuel.
Este
é um espetáculo musical que nos surpreende a cada momento com brincadeiras e devaneios.
“O QUE VAI NA CABEÇA DO MENINO MANUEL”
Teatro/Poesia
7, 8, 9 e 10 de Março 2013
Escolas, 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico:
Quinta e Sexta-feira, 10h30 e 15h00 (sessões
por marcação prévia)
Público em geral, maiores de 6 anos:
Sábado e Domingo, 16h00
Autoria
e seleção de textos: Manuel António Pina
Encenação:
Ana Luena
Interpretação:
Pedro Mendonça (ator) e Rui Lima (músico)
Desenho
de luz: Rui Monteiro
Música
original: Rui Lima
Coprodução:
Teatro Bruto e Teatro do Campo Alegre/Câmara Municipal do Porto
Duração
aprox.: 45 minutos
Conversa
no final do espetáculo, nas sessões para grupos escolares.
Encomenda
do Serviço Educativo, em 2012.
Para veres:
imprensa,
Informação,
Manuel António Pina,
Poesia,
Teatro
19.2.13
22.10.12
Imprensa
De cima para baixo: Jornal Expresso ( revista ATUAL) e jornal Público
Notícias publicadas a 20 de Outubro de 2012
Para veres:
Poesia,
SE do TCA na IMPRENSA,
Teatro
Fotografias de "O Grito dos Pavões"
Fotografias de Sara Moutinho.
O
Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre (TCA), promovido pela Câmara
Municipal do Porto, através da Fundação Ciência e Desenvolvimento, apresentou “O
GRITO DOS PAVÕES”, um espetáculo de teatro e música para famílias e escolas,
baseado em poemas construídos pelos mais pequenos com a ajuda do poeta Rui
Lage, com produção da Astro Fingido.
A peça foi no TCA para escolas, do 1º e 2º Ciclos do Ensino
Básico a 18 e 19 de outubro e a 20 de outubro para famílias e
crianças maiores de 6 anos.
Direção artística: Ângela
Marques e Fernando Moreira
Dramaturgia a partir de poemas
escritos por crianças: Astro Fingido e Rui Lage
Interpretação: Ângela Marques,
Carlos Adolfo e Flávio Hamilton
Música: Carlos Adolfo
Cenografia, figurinos e
instalação: Sandra Neves
Luz: Wilma Moutinho
Operação técnica: Cláudia
Valente
Design gráfico: Rui Duarte
Produção: Astro Fingido
Para veres:
fotografias,
Poesia,
Teatro
18.10.12
Imprensa de hoje
De cima para baixo:
Revista Sábado - Roteiro e sugestões - 18 de Outubro de 2012
Revista Visão - Destaque crianças - 18 de Outubro de 2012
Para ler por favor clicar sobre as imagens.
Para veres:
Poesia,
SE do TCA na IMPRENSA,
Teatro
17.10.12
A Árvore Poética do Serviço Educativo espera os vossos poemas
Árvore Poética do Serviço Educativo - Instalação de Sandra Neves. Em exposição no foyer do Teatro do Campo Alegre ( Serviço Educativo) - Envia-nos um poema para a nossa árvore !!!
Para veres:
fotografias,
instalação,
Poesia,
Teatro
10.10.12
Árvore Poética do Serviço Educativo
No âmbito do projeto "O Grito dos Pavões", lançamos um desafio:
Ajude-nos a criar a Árvore Poética do Serviço Educativo.
Envie-nos um poema - feito por si ou um de que goste muito - para ser "plantado" no Teatro do Campo Alegre.
Pode enviar quantos poemas quiser para geral@tca-porto.pt
8.10.12
O GRITOS DOS PAVÕES - Teatro e Poesia para famílias e escolas
Ilustração de Rui Duarte
O
Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre (TCA), promovido pela Câmara
Municipal do Porto, através da Fundação Ciência e Desenvolvimento, apresenta “O
GRITO DOS PAVÕES”, um espetáculo de teatro e música para famílias e escolas,
baseado em poemas construídos pelos mais pequenos com a ajuda do poeta Rui
Lage, com produção da Astro Fingido.
A peça
será apresentada no TCA para escolas, do 1º e 2º Ciclos do Ensino
Básico a 18 e 19 de outubro, às 10h30 e às 15h00 (sessões por marcação prévia)
e a 20 de outubro, às 16h00, para famílias e
crianças maiores de 6 anos.
Ao mesmo tempo o lança-se um desafio: “ajude-nos a criar a árvore
do Serviço Educativo. Envie-nos um poema – feito por si ou um de que goste
muito –, para ser ‘plantado’ no Teatro do Campo Alegre”: geral@tca-porto.pt .
Aos primeiros sons do espetáculo
perguntamo-nos: onde se escondem os pavões?
Depois vemos surgir caixas
grandes, médias e pequenas, com personagens lá dentro...
E de dentro das personagens
brotam poemas de crianças...
E é mesmo de dentro dos poemas
das crianças que o espetáculo acontece, cheio de criatividade e ingénua
sabedoria.
DESCRIÇÃO
Depois das leituras encenadas de poesia portuguesa, apresentadas com
música tocada ao vivo em instrumentos-brinquedo em várias escolas e
bibliotecas, as crianças foram convidadas a participar numa oficina de escrita
criativa. O resultado dessa oficina seguiu para as mãos do poeta Rui Lage que,
após ligeiras adequações, o transformou numa unidade dramatúrgica, o cerne vivo
deste espetáculo. É assim, pois, de dentro dos poemas das crianças que O Grito
dos Pavões acontece, num misto de criatividade e ingénua sabedoria...
OBJETIVOS
Este projeto visa despertar a curiosidade e, depois, o gosto não só
pelo teatro, como também pela poesia. Os mais novos são postos em contacto com
uma linguagem poética que, gerada por outras crianças suas semelhantes,
inevitavelmente os conduz para um mundo de imaginação e de pensamento
divergente. O ritmo, as sonoridades e a entoação não passam despercebidos e é aconselhável que, em caso ou na
escola, os educadores se preparem para dar continuidade a uma sensibilidade
poética, que pode,
até aí, nunca se ter revelado. O Serviço Educativo do Teatro do Campo
Alegre promete ajudar com a plantação da "árvore de poemas"!
O GRITO DOS PAVÕES
Lemos num poema de Ruy
Belo que “ninguém sabe andar na rua como as crianças/para elas é sempre uma
novidade”. Novidade vedada aos adultos, porque neles a inocência deu lugar à
experiência, e a infância passou a ser um tempo mítico, longínquo e perdido. As
crianças possuem a capacidade de olhar as coisas, mesmo as mais familiares,
como se estivessem a olhar pela primeira vez, e esse olhar primeiro habita
depois as suas palavras, ainda não gastas do quotidiano e usadas de rotina. Por
isso nos desconcertam tanto. Quem nunca se deixou surpreender pela “sabedoria”
das crianças, ou esclarecer a sua lógica “absurda”? Mas como a surpresa é irmã
da novidade, quando nós, adultos, ouvimos as palavras das crianças, é como se
ouvíssemos essas palavras pela primeira vez. Talvez então nos seja dado, por
breves instantes, andar na rua como só fazem as crianças sabem, e ouvir como só
elas ouvem o “grito dos pavões”.
Rui Lage
FICHA:
Direção artística: Ângela
Marques e Fernando Moreira
Dramaturgia a partir de poemas
escritos por crianças: Astro Fingido e Rui Lage
Interpretação: Ângela Marques,
Carlos Adolfo e Flávio Hamilton
Música: Carlos Adolfo
Cenografia, figurinos e
instalação: Sandra Neves
Luz: Wilma Moutinho
Operação técnica: Cláudia
Valente
Design gráfico: Rui Duarte
Produção: Astro Fingido
Duração aprox.: 50 minutos
Dia 17 de outubro, às 15h00, realizar-se-á um ensaio
ao qual os Órgãos de Comunicação Social poderão assistir. Por favor confirmar
presença: 915399261
Para veres:
imprensa,
Informação,
Poesia,
Teatro
2.10.12
Jornal O Primeiro de Janeiro - 1 de Outubro de 2012.
Para ler por favor clicar sobre a imagem. Obrigada.
Para veres:
Poesia,
SE do TCA na IMPRENSA,
Teatro
28.9.12
O Grito dos Pavões na Gazeta dos Artistas
Teatro e Poesia para famílias e escolas com “O Grito dos Pavões”, de 18 a 20 Outubro, Teatro do Campo Alegre | Gazeta dos Artistas:
'via Blog this'
Para ler o artigo, por favor clicar no link acima.
Para veres:
Poesia,
SE do TCA na IMPRENSA,
Teatro
26.9.12
O GRITO DOS PAVÕES
Ilustração: Rui Duarte
TEATRO E POESIA PARA FAMÍLIAS E ESCOLAS
O
Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre (TCA), promovido pela Câmara
Municipal do Porto, através da Fundação Ciência e Desenvolvimento, apresenta “O
GRITO DOS PAVÕES”, um espetáculo de teatro e música para famílias e escolas,
baseado em poemas construídos pelos mais pequenos com a ajuda do poeta Rui
Lage, com produção da Astro Fingido.
A peça
será apresentada no TCA para escolas, do 1º e 2º Ciclos do Ensino
Básico a 18 e 19 de outubro, às 10h30 e às 15h00 (sessões por marcação prévia)
e a 20 de outubro, às 16h00, para famílias e
crianças maiores de 6 anos.
Ao mesmo tempo o lança-se um desafio: “ajude-nos a criar a árvore
do Serviço Educativo. Envie-nos um poema – feito por si ou um de que goste
muito –, para ser ‘plantado’ no Teatro do Campo Alegre”: geral@tca-porto.pt .
Aos primeiros sons do espetáculo
perguntamo-nos: onde se escondem os pavões?
Depois vemos surgir caixas
grandes, médias e pequenas, com personagens lá dentro...
E de dentro das personagens
brotam poemas de crianças...
E é mesmo de dentro dos poemas
das crianças que o espetáculo acontece, cheio de criatividade e ingénua
sabedoria.
DESCRIÇÃO
Depois das leituras encenadas de poesia portuguesa, apresentadas com
música tocada ao vivo em instrumentos-brinquedo em várias escolas e
bibliotecas, as crianças foram convidadas a participar numa oficina de escrita
criativa. O resultado dessa oficina seguiu para as mãos do poeta Rui Lage que,
após ligeiras adequações, o transformou numa unidade dramatúrgica, o cerne vivo
deste espetáculo. É assim, pois, de dentro dos poemas das crianças que O Grito
dos Pavões acontece, num misto de criatividade e ingénua sabedoria...
OBJETIVOS
Este projeto visa despertar a curiosidade e, depois, o gosto não só
pelo teatro, como também pela poesia. Os mais novos são postos em contacto com
uma linguagem poética que, gerada por outras crianças suas semelhantes,
inevitavelmente os conduz para um mundo de imaginação e de pensamento
divergente. O ritmo, as sonoridades e
a entoação não passam despercebidos e é aconselhável que, em caso ou na
escola, os educadores se preparem para dar continuidade a uma sensibilidade
poética, que pode,
até aí, nunca se ter revelado. O Serviço Educativo do Teatro do Campo
Alegre promete ajudar com a plantação da "árvore de poemas"!
O GRITO DOS PAVÕES
Lemos num poema de Ruy
Belo que “ninguém sabe andar na rua como as crianças/para elas é sempre uma
novidade”. Novidade vedada aos adultos, porque neles a inocência deu lugar à
experiência, e a infância passou a ser um tempo mítico, longínquo e perdido. As
crianças possuem a capacidade de olhar as coisas, mesmo as mais familiares,
como se estivessem a olhar pela primeira vez, e esse olhar primeiro habita
depois as suas palavras, ainda não gastas do quotidiano e usadas de rotina. Por
isso nos desconcertam tanto. Quem nunca se deixou surpreender pela “sabedoria”
das crianças, ou esclarecer a sua lógica “absurda”? Mas como a surpresa é irmã
da novidade, quando nós, adultos, ouvimos as palavras das crianças, é como se
ouvíssemos essas palavras pela primeira vez. Talvez então nos seja dado, por
breves instantes, andar na rua como só fazem as crianças sabem, e ouvir como só
elas ouvem o “grito dos pavões”.
Rui Lage
FICHA:
Direção artística: Ângela
Marques e Fernando Moreira
Dramaturgia a partir de poemas
escritos por crianças: Astro Fingido e Rui Lage
Interpretação: Ângela Marques,
Carlos Adolfo e Flávio Hamilton
Música: Carlos Adolfo
Cenografia, figurinos e
instalação: Sandra Neves
Luz: Wilma Moutinho
Operação técnica: Cláudia
Valente
Design gráfico: Rui Duarte
Produção: Astro Fingido
Duração aprox.: 50 minutos
Dia 17 de outubro, às 15h00, realizar-se-á um ensaio
ao qual os Órgãos de Comunicação Social poderão assistir. Por favor confirmar
presença: 915399261
Para veres:
imprensa,
Informação,
Poesia,
Teatro
13.9.12
23.4.12
Assinar:
Postagens (Atom)

































.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)








