15.3.10

A HISTÓRIA DA ARANHA LEOPOLDINA













Fotografias de Sara Moutinho. Espectáculo em cena até 21 de Março.

11.3.10

O Primeiro de Janeiro - 9 de Março de 2010.

Reposição da peça para crianças baseada num livro de Ana Luísa Amaral


Fotografia de Ana Pereira


“A HISTÓRIA DA ARANHA LEOPOLDINA”

Reposição da peça para crianças baseada num livro de Ana Luísa Amaral

O Serviço Educativo (SE) do Teatro do Campo Alegre, promovido pela Câmara Municipal do Porto através da Fundação Ciência e Desenvolvimento volta a apresentar o espectáculo de teatro para maiores de 4 anos “A história da aranha Leopoldina”, com texto de Ana Luísa Amaral.

Este espectáculo, encenado por João Cardoso, foi concebido pela Assédio em resposta a um desafio do SE, e foi pensado propositadamente para famílias, crianças e escolas.

Leopoldina é uma aranha pequenina que, em vez de fazer teias, gosta de tecer meias às riscas. Esta excentricidade deixa todos os seus amigos consternados, que não vêem nela qualquer utilidade. Mas apesar de tudo, Leopoldina persiste. E, no final de contas, talvez a utilidade não seja uma questão tão simples como parece à primeira vista.

Tendo estado em cena no Teatro do Campo Alegre em Abril de 2009, “A história da Aranha Leopoldina” regressa agora entre 14 e 21 de Março, no seguinte horário:

14, 20 e 21 de Março às 16H00.

15, 16, 17, 18 e 19 de Março às 10H30 e 15H00 para público escolar, mediante marcação prévia.

Dia 13 de Março, às 16h00, será lançado um áudio livro pela Editora Civilização em resultado deste espectáculo.

A História da Aranha Leopoldina

Texto: Ana Luisa Amaral

Encenação: João Cardoso

Interprete: Rosa Quiroga

Música: Clara Ghimel

Arranjos musicais e sonoplastia: Nuno Aragão

Coros: Sissa Afonso e Nuno Aragão

Produção: Fundação Ciência e Desenvolvimento/TCA (financiada pela Câmara Municipal do Porto) e Assédio.

22.2.10

O TRONO SAÍU À RUA - imagens














Fotografias de Sara Moutinho.

Expresso


Jornal Expresso. 20 de Fevereiro de 2010. Para ler clicar sobre a imagem.

Público




Jornal Público. 20 de Fevereiro de 2010. Para ler clicar sobre as imagens.

Jornal de Notícias


Duas notícias publicadas no Jornal de Notícias no dia da Estreia : 20 de Fevereiro de 2010. Para ler clicar sobre as imagens.
Semanário Grande Porto / Crianças. 19 de Fevereiro de 2010. Para ler clicar sobre a imagem.

Semanário Grande Porto



Grande Porto. 19 de Fevereiro de 2010. Para ler clicar sobre as imagens.

19.2.10

O Trono no Semanário Grande Porto






Semanário Grande Porto. 12 de Fevereiro de 2010. Para ler clicar sobre as imagens.

8.2.10

Estreia a propósito do centenário da implantação da República


Estreia a propósito do centenário da implantação da República

“O TRONO SAIU À RUA”

Teatro de marionetas para famílias e escolas

A peça de teatro de marionetas “O Trono Saiu à Rua”, a propósito do centenário da implantação da República, estreia dia 20 de Fevereiro, no âmbito do Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre, promovido pela Câmara Municipal do Porto, através da Fundação Ciência e Desenvolvimento.

O espectáculo destina-se a famílias com crianças maiores de 6 anos e a grupos escolares e estará em cena 20, 21, 27 e 28 de Fevereiro, às 16h00, e de 22 a 26 de Fevereiro e 1 e 2 de Março, às 10h30 e às 15h00, no Café-Teatro do TCA.

Márcia e Leonel, a “Trupe Marcel”, são um casal de comediantes que, nos finais do século XIX, ganha a vida através da nobre arte de representar. Neste espectáculo, acompanham-nos até 1910, onde se cruzam com monárquicos, republicanos, maçons, carbonários - uma galeria de personagens que nos ajudam a perceber como e porquê caiu a Monarquia em Portugal, mais cedo do que no resto dos países da Europa. Uma oportunidade para relembrar o nosso passado recente – a implantação da República.

“O Trono Saiu à Rua” nasceu da intenção do Serviço Educativo do TCA e da Limite Zero Associação Cultural em abordar questões relativas ao nosso passado recente, especificamente este período tão significativo da História de Portugal.

Numa espécie de viagem no tempo, o espectáculo termina em 1910, com a implantação da República. Uma peça em 12 cenas e um epílogo que é uma excelente oportunidade para que um público mais jovem se debruce sobre um período da história de Portugal, ainda gerador de paixões, que ditou o fim da Monarquia.

Texto: Jorge Constante Pereira / Encenação e cenografia: Raul Constante Pereira / Desenhos: Sandra Neves / Música e sonoplastia: Rui Lima e Sérgio Martins / Desenho de luz: Pedro Carvalho/ Interpretação: Raquel Rosmaninho, Raul Constante Pereira e Ivo Bastos / Co-produção: Limite Zero Associação Cultural, Fundação ciência e Desenvolvimento -TCA e Museu da Marioneta de Lisboa.

ENSAIO ABERTO à Imprensa, dia 19 de Fevereiro, às 15h00. (Pf: confirmar presença)

2.2.10


Revista Actual do semanário EXPRESSO, de 30 de Janeiro de 2010, com chamada à primeira página.

1.2.10

Notícias Magazine - Terra da Nunca

24 de Janeiro de 2010. Para ler clicar sobre a imagem.

29.1.10

hoje no semanário Grande Porto



Para facilitar a leitura por favor clicar sobre as imagens.

28.1.10

Notícias de hoje sobre «História de quem perde a sombra»





De cima para baixo: revista Sábado, revista Visão, revista Sábado ( roteiro) , jornal OJE, jornal DESTAK. Para facilitar a leitura clicar sobre cada uma das imagens.

7.1.10

Uma novela fantástica pela Companhia Chapitô


“HISTÓRIA DE QUEM PERDE A SOMBRA”

O Serviço Educativo do TCA, promovido pela Câmara Municipal do Porto, através da Fundação Ciência e Desenvolvimento, apresenta o espectáculo de teatro para maiores de 6 anos “História de quem perde a sombra”.

Uma “novela fantástica” com elementos inverosímeis e imaginários mas não completamente distantes da realidade dos homens. A realidade da personagem principal é continuamente posta em causa pelo aparecimento de situações improváveis.

Esta é a história de um homem que troca a sua sombra por um “enorme” e recheado porta-moedas. A troca parece simples, afinal é só uma sombra… que falta lhe pode fazer? A resposta logo verás.

Um porta-moedas mágico parece ser um bom negócio em troca de uma sombra. Só que, pouco depois, ninguém quer saber do homem, por mais moedas que tenha. Falta-lhe a sombra. Porque uma sombra não é nada enquanto a temos mas, quando não a temos, podemos passar a não ser nada, ninguém.

Nesta história é invocado um antigo tema da humanidade: o da luta contra as artimanhas e armadilhas do destino que se nos deparam como provações para tentar o Homem íntegro.

HISTÓRIA DE QUEM PERDE A SOMBRA

30 e 31 Janeiro às 16H00

1 e 2 Fevereiro às 10H30 e 15H00

A partir do texto: A Fabulosa História de Peter Schlemihl, de Aldelbert von Chamisso.

Encenação: Sofia Cabrita

Adaptação: Miguel Castro Caldas

Interpretação: Letícia Liesenfeld, Leonor Cabral e Hugo Silva

Música: Paulo Brandão e Sílvio Rosado

Produção executiva: Patrícia Maio

Produção: Companhia do Chapitô

Teatro – Maiores de 6 anos


(Ilustração de Gémeo Luís)