Notícia publicada nos jornais Notícias da Manhã e O Primeiro de Janeiro de 11 de Junho. Para ler clciar sobre a imagem.
15.6.09
Notícia publicada nos jornais Notícias da Manhã e O Primeiro de Janeiro de 11 de Junho. Para ler clciar sobre a imagem.
8.6.09
Notícia hoje publicada nos jornais: Diário XXI, Notícias da Manhã e O Primeiro de Janeiro. Para ler clicar sobre a imagem.
5.6.09
Shakespeare para crianças
Hamlet, sou eu – “To dance or not to dance…It’s not a question…”
Shakespeare para crianças
O Serviço Educativo do TCA apresenta o
O espectáculo/oficina estará
Dois actores contam a história da peça Hamlet aos mais novos guiando-os pela narrativa e propondo-lhes uma participação activa. A cada dia, um pequeno grupo cria o seu próprio espectáculo a partir da peça de Shakespeare.
Esta performance propõe um desafio de descoberta e representação de possíveis “cenários” teatrais para a peça Hamlet, sendo que os participantes são convidados a entrar no palco onde, em conjunto com os actores, irão eles próprios recontar a história, com acesso a música, luzes, figurinos e adereços.
Hamlet, sou eu – “To dance or not to dance…It’s not a question…”
Teatro do Campo Alegre – 19 e 20 de Junho de 2009
Concepção Geral: Cláudia Jardim, Diogo Bento e Pedro Penim
Interpretação: Cláudia Jardim e Diogo Bento
Preço: 10 euros
3.6.09
hamlet, sou eu
Veja a próxima iniciativa do Serviço Eductivo divulgada no roteiro de actividades em família Estrelas & Ouriços, clicando aqui.18.5.09
12.5.09
7.5.09
5.5.09

Para lembrar ou conhecer o cinema de animação que Vasco Granja levou até nossas casas em mais de 1000 emissões de televisão:
http://www.youtube.com/watch?v=F3dg7HeE5l4
Vasco Granja:
Ainda em 1974, foi membro do júri do Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême.
Em 1975, criou um curso de cinema de animação, a partir do qual viria a nascer a Associação Portuguesa de Cinema de Animação.
Em 1980, foi membro do júri da quarta edição do Animafest, o Festival Mundial de Animação de Zagreb, realizado na então Jugoslávia. Participara já como observador neste festival na edição de 1974, logo após o 25 de Abril.
Permaneceu na RTP até 1990.
De seu nome completo Vasco de Oliveira Granja, nasceu a 10 de Julho de 1925, no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa em Portugal, vindo a falecer em Cascais, na madrugada do dia 4 de Maio de 2009.
(fonte: wikipedia)
Sem o seu trabalho várias gerações de jovens não teriam tido acesso às cinematografias de animação do mundo. Obrigada.
30.4.09
29.4.09
DANÇA PARA BEBÉS

O Serviço Educativo do TCA recebe o espectáculo de dança para bebés Piquicos nos dias 9 e 10 de Maio, em três sessões por dia.
A dança, a música e a voz são os elementos fundamentais deste espectáculo onde pais e bebés, entre os 0 e os 36 meses, são convidados a participar. A linguagem dos sentidos e a magia dos movimentos criam um espaço de encantamento e ternura.
Criado em 2002, este espectáculo foi um dos primeiros em Portugal a pensar na dança destinada a bebés. Na primeira infância somos sensíveis ao som, à luz, à cor e ao movimento. Pensa-se hoje que a estimulação dos bebés ajuda a formar crianças mais motivadas e interessadas.
Piquicos – Dança para bebés
Dança
Maio / 9 - 11h00, 15h30 e 16h30 e 10 – 11h00, 12h00 e 15h30
(entre os 0 aos 36 meses)
Coreografia: Sofia Belchior
Composição musical: António Machado
Interpretação: Beatriz Pereira, Rita Cardoso e Sofia Crispim
Produção: DançArte
27.4.09
24.4.09
23.4.09
20.4.09
Poesia e Ternura
para a Inês
É com muita satisfação, no contexto do Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre, que produzimos pela primeira vez um espectáculo de rosto infantil, se assim o podemos chamar e com igual satisfação o fazemos com uma fábula da Ana Luísa Amaral, companheira e cúmplice muito querida já noutro projecto, o olhar diagonal das coisas, produzido o ano passado.
Tecemos este espectáculo do mesmo modo que a Aranha Leopoldina teceu a sua meia, com muito prazer, adoptamos uma linguagem plástica e sonora, que acompanhasse este texto onírico, que o pontuasse aqui e ali com gestos simples.
Parece-nos que o trabalho, a poesia e a ternura se uniram neste momento que queremos partilhar convosco.
João Cardoso ( Assédio)
17.4.09
16.4.09
A escritora sobre o espectáculo
Ana Luísa Amaral
A História da Aranha Leopoldina, a história de uma aranha que não era feliz, porque em vez de teia só queria fazer meia, surgiu-me num dia de Dezembro, quase no ano 2000, e demorou um mês a crescer. Eu escrevo poemas e, embora tivesse já feito contos para crianças em prosa, a Leopoldina precisava de rimas e de muita música nas palavras. E assim foi vestida. Acho que sorri o tempo todo em que a compus: desde o momento em que a aranhinha nasceu, “simpática e gordinha”, recusando-se a comer moscas, porque as achava suas primas, e a gostar de fazer, em vez de teias, meias vermelhas, azuis ou às risquinhas, até ao momento em que as suas amigas e a sua mãe lhe dizem finalmente “podes fazer a teia, / ou fazer meia / por isso tens patinhas, / e imaginação”, e compreendem a utilidade da arte, entendendo ainda que há formas diferentes, mas todas boas, de viver o mundo. E de mudar o mundo, “porque o mundo / se transforma / conforme o nosso olhar”.
Após estar pronta no livro, só uma única vez a Leopoldina saltou do espaço das folhas de papel: isso aconteceu quando foi à televisão, em 2002. Depois disso, e há uns meses, o João Cardoso disse-me que gostava de a por em cena, no Teatro do Campo Alegre. E pediu-me que alargasse um pouco a história e que escrevesse letras para canções. Engordar um bocadinho mais a Aranha Leopoldina foi um prazer, como foi um prazer trabalhar com Clara Ghimel, a autora das melodias. “Nem sei o que dizer, / mas sei o que fazer: / ao lado do sentir ponho o pensar”, diz a Leopoldina numa dessas canções, tão bem tecidas por Nuno Aragão e por quem as interpreta. Essa ideia já lá estava antes, mas a Leopoldina de 2009 talvez entenda ainda melhor a sua conclusão: “Isto não é trabalho, / isto é prazer… / ou pode-se dizer que é trabalhar”.
É mais do que evidente que o belo trabalho produzido pela Assédio, em que Rosa Quiroga dá voz à voz que narra a história da Aranha Leopoldina, foi também um acto de “prazer / muito prazer”, feito de laços, de teias delicadas – “e cheio de luz”, “e a golpes de magia”.
6.4.09
A aranha Leopoldina na Terra do Nunca

3.4.09
UMA ARANHA QUE TEIMAVA EM FAZER MEIA

O Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre e a Assédio apresentam, em estreia absoluta, a peça de teatro para maiores de 4 anos “A História da aranha Leopoldina”, baseada num livro da escritora Ana Luísa Amaral.
O espectáculo, encenado por João Cardoso, será apresentado entre 18 e 26 de Abril, na Sala-Estúdio do Teatro do Campo Alegre, em sessões destinadas a público escolar e a famílias.
Leopoldina é uma aranha pequenina que, em vez de fazer teia como a mãe e as amigas, tem uma vocação a que não consegue resistir: fazer meia. E as meias que ela faz podem ser vermelhas, azuis, às risquinhas, mas meias, não teias.
Esta excentricidade deixa consternados todos os seus amigos, que não vêem nela qualquer utilidade. Mas, apesar de tudo, Leopoldina persiste. E, no final, percebe-se que talvez a utilidade não seja uma questão tão simples como parece à primeira vista. E que as diferenças, como os olhares, podem, de facto, mudar o mundo.
A História da Aranha Leopoldina
Espectáculo concebido para o Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre.
Teatro (Estreia)
Abril / 18 e 19 – 16h00 / 20 e 21 – 10h30 e 15h00 / 25 e 26 - 16h00
Autora……………………….Ana Luísa Amaral
Encenação………………….João Cardoso
Cenografia…………………. Sissa Afonso
Desenho de Luz……………Nuno Meira
Figurino……………………Bernardo Monteiro
Música……...……………….Clara Ghimel
Arranjos musicais e Sonoplastia…………………Nuno Aragão
Coros………………….…...Sissa Afonso e Nuno Aragão
Interpretação……….………Rosa Quiroga
Produção: FCD/Teatro do Campo Alegre e Assédio
NOTA: ensaio aberto à imprensa, com a presença de crianças dia 16 de Abril, 11h00.
12.3.09
11.3.09
4.3.09
A FUGA DAS CORES
Espectáculo para crianças dos 3 aos 5 anos
(Ensaio aberto à imprensa – 9 de Março – 15h00)
O Serviço Educativo do Teatro do Campo Alegre apresenta, em estreia absoluta, o espectáculo “A Fuga das CORES”, um projecto concebido especialmente para um público infantil, com idade entre os 3 e os 5 anos, que tem como tema base as cores.
Assinam a criação Inês Vicente, Rui Damas e Sandra Barros, com colaboração de Samuel Guimarães e desenhos de Pedro Teixeira.
“A Fuga das CORES” estará em cena de 11 a 15 de Março (ver horário no final do texto), para famílias e grupos escolares.
SINOPSE
Com enormes desenhos, a rapariga mostra-nos as suas proezas. Brinca com elementos que ela própria desenhou. No que toca a tintas, as cores não lhe obedecem e, às vezes, fogem, deixando para trás o branco, para seu próprio espanto.
- Ei! O que é que aconteceu??! Não fui eu!
SOBRE O ESPECTÁCULO
Este espectáculo explora o desenho em cena de modos diferenciados: as imagens com grande escala resultam da retro projecção de acetatos alternada com o desenho computorizado e a utilização das sombras dos corpos. Pretende-se envolver o público mais pequeno em diferentes acções que propiciam a fantasia, a imaginação criadora e o gosto por rir.
O trabalho de actor cruza-se com outras ferramentas e alia a especificidade da linguagem do movimento com ritmos, sons e texturas, onde a cor é usada como luz, como plástica e como matéria associada à utilização de objectos do quotidiano enquanto princípio de construção do espaço cénico.
“A Fuga das CORES”
Teatro
Março / 11,12 e 13 – 10h30 e 15h00 / 14 e 15 – 16h00
(dos 3 aos 5)
Criação: Inês Vicente, Rui Damas e Sandra Barros
Colaboração: Samuel Guimarães
Desenhos: Pedro Teixeira
Produção: FCD/Teatro do Campo Alegre




























